Folow the Queen
 

Novas ideias até a última ponta.


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Sep 12, 2011
@ 9:15 pm
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Ficar rico aos 28 anos só depende de você

Autor best-seller, o guru das finanças português, Pedro Queiroga Carrilho, dá dicas para que você fique mais próximo deste sonho.

Quem quer se tornar um milionário? Pedro Queiroga Carrilho, assim como outros tantos, queria. Aos 28 anos, hoje um autor best-seller e um dos mais importantes escritores de finanças pessoais de Portugal, com três livros publicados, e muitas horas dedicadas ao estudo da ciência de como ganhar dinheiro, ele conseguiu. Mas este é um daqueles casos em que o caminho percorrido é mais importante do que a chegada. Afinal, como VOCÊ pode fazer para chegar ao SEU primeiro milhão?

Pois seja curioso. Para Carrilho, tudo começou ainda na adolescência, quando aos 15 anos, ele teve seu primeiro contato com o mundo das finanças, ao ler Pai Pobre, Pai Rico, do americano Robert Kiyosaki, um dos grandes ícones mundiais da área. “O livro mudou a maneira como eu via muitas coisas. Desde então, comecei a investir e a ler tudo o que havia sobre finanças e investimentos”, diz o português. Uma coisa levou a outra, que levou a outra, e, em 2007, aos 24 anos, Carrilho lançou seu primeiro livro, O Seu Primeiro Milhão. Foi um sucesso. “Ainda não havia livros e cursos de educação financeira em Portugal. Foi o primeiro livro do gênero no país”.

Aparentemente, as pessoas gostam de descobrir maneiras de enriquecer. Depois de O Seu Primeiro Milhão, Carrilho escreveu ainda O Primeiro Milhão para Casais e Descubra o Milionário que Há em Si. Com seu objetivo alcançado, o português tenta agora ganhar a vida ensinando os outros a chegar onde está. “As informações certas podem levar a decisões que rendam mais dinheiro e qualidade de vida. A educação financeira ainda é pouco falada. As pessoas trazem para sua vida o que aprenderam com os pais. Se tiveram bons ensinamentos, trazem bons ensinamentos, se tiveram maus, trazem maus”.

Carrilho será uma das estrelas da 9ª edição paulistana da Expo Money. Maior evento de educação financeira do Brasil, ele ocorrerá entre os dias 22 e 24 de setembro no Transamérica Expo Center. Na capital paulista, o engenheiro de formação tentará colocar sua plateia um pouco mais perto do sonho dos seis dígitos na conta bancária. Não que seja fácil. “Costumo dividir as finanças pessoais em finanças e pessoas. A parte de finanças é muito fácil. É matemática para jovens. Já a parte das pessoas, com seus hábitos, características e objetivos diferentes, é outra história”. Curioso? Descubra na entrevista abaixo alguns dos segredos de Carrilho.

O senhor acha que qualquer pessoa pode se tornar um milionário?
Sendo realista, não. Mas não é disso que se trata. O que interessa é termos dinheiro suficiente para fazer o que gostamos. O que eu noto é que as pessoas gastam muito dinheiro em coisas que não gostam. Eu, por exemplo, gosto muito de jantar fora. Eu não preciso de um ótimo carro, posso ir jantar fora a pé. Todos nós temos que ter dinheiro para o que gostamos, portanto, não se trata de R$ 1 milhão ou R$ 10 milhões. Honestamente, para o nível de vida que o Brasil tem R$ 1 milhão não é mais tanto dinheiro. O Brasil já é o 11° país do mundo em número de milionários, está muito à frente de Portugal.

Mais do que R$ 1 milhão, o que as pessoas sonham mesmo é ter independência financeira, não?
Independência financeira é diferente de R$ 1 milhão. Uma pessoa que tem seu milhão, mas possui despesas muitas altas, nunca vai ter independência financeira. Portanto, o truque é ter as despesas controladas e fazer o dinheiro trabalhar para você. Eu adoro o conceito de colocar o dinheiro para trabalhar. Isso é difícil quando uma pessoa tem 20 anos e não tem dinheiro. Aos 30 é mais fácil, aos 40 é mais ainda. O Brasil está com taxas de juros muito interessantes e com uma inflação controlada, portanto, é possível ganhar um bom dinheiro com renda fixa e também na Bovespa, com as empresas brasileiras que estão crescendo a cada ano.

Como fazer então para ganhar dinheiro enquanto ‘se dorme’ e viver de renda?
Primeiro, é preciso ter bastante dinheiro. Se uma pessoa tem R$ 10 mil, ela não vai conseguir viver de seus rendimentos. R$ 10 mil, a uma taxa de 10% ao ano, rendem R$ 1 mil. Já R$ 1 milhão rende R$ 100 mil por ano, o que já é suficiente para algumas pessoas. A primeira coisa então é poupar.

Mas poupar é suficiente para alguém se tornar milionário?
Não mesmo. É preciso encontrar formas de ganhar mais dinheiro. Um trabalhador que ganha R$ 100 mil não trabalha dez vezes mais do que alguém que recebe R$ 10 mil. Eles fazem alguma coisas diferentes. A maior parte das pessoas que ganham mais dinheiro são profissionais independentes ou empresários, são pessoas que conseguiram diversificar seus rendimentos. Eu posso te dar o meu exemplo. Eu tenho minha própria empresa, não sou assalariado. Mas isso também não basta. Eu invisto no ramo imobiliário, que tem bons rendimentos, escrevo livros, crio cursos etc. Quanto mais fontes de rendimento tivermos, é mais fácil ganhar dinheiro. Enquanto estou falando com você, posso estar ganhando dinheiro com a venda de meus livros ou o subir das minhas ações.

E quem não quer abrir uma empresa própria, o que o senhor aconselha para aumentar sua renda?
Eu, enquanto não tinha minha empresa e queria ganhar mais dinheiro, arranjava dois empregos e trabalhava muitas horas por dia. Cheguei a trabalhar 14, 15 horas. Mas as pessoas não agüentam este ritmo por muito tempo. Então, qual é o segredo? Um assalariado deve procurar fazer investimentos que rentabilizem seu dinheiro. O dinheiro tem uma característica fantástica. Albert Einstein chamou os juros compostos de a oitava maravilha do mundo. O dinheiro quando é poupado e reinvestido se multiplica. Cresce, não de forma linear, mas de forma geométrica. É por isso que a pessoa deve trabalhar para ganhar o dinheiro e investi-lo. Quando estava na escola, eu estudava muito de investimentos e não investia. Mas eu sabia que tudo o que eu estava aprendendo sobre a bolsa e o mercado de derivativos iria me ajudar muito. Por isso, eu recomendo que todas as pessoas invistam 30 minutinhos por dia para aprender um pouco sobre investimentos. Vai ajudar a multiplicar o dinheiro que tão arduamente é conseguido com o trabalho.

E como as pessoas podem se preparar para multiplicar suas economias?
Infelizmente, nós não podemos ir à maioria dos bancos e perguntar. Muitas vezes as pessoas não têm esse conhecimento e querem vender determinados produtos para bater metas. Uma alternativa é ler muitos livros e fazer cursos, como o de análise técnica de mercados financeiros. Infelizmente, ninguém se preocupa mais com nosso dinheiro do que nós mesmos. Portanto, devemos aprender o mínimo. Manter-se atualizado no noticiário é muito importante para conhecer a cultura financeira, mas se você me perguntar se eu faço investimentos com base nas notícias, eu evito. Eu conheço indicadores técnicos, conheço o calendário econômico e aprofundo meus conhecimentos em determinados setores para fazer os meus investimentos. Não é porque está dito no jornal para comprar a ação de determinada empresa que eu irei comprá-la.

Qual a maior dificuldade para se tornar milionário?
A primeira coisa que uma pessoa precisa se perguntar é por que um milhão? Ela precisa saber quais são seus objetivos, o que quer. Se o objetivo é só ter tranqüilidade, você pode precisar de menos. Dito isto, a maior dificuldade é a pessoa sonhar e trabalhar para o que quer. No Brasil, com a baixa taxa de desemprego atual, juros interessantes, toda economia está vibrando, é possível ganhar dinheiro e viver bem. Uma pessoa que sabe o que gosta e sabe o que quer, corta o que não precisa e se concentra para aumentar seus rendimentos. O dinheiro vem como conseqüência, quando as pessoas fazem o que gostam.

Quais são as características que o senhor identifica como comuns aos milionários?
Os milionários têm pouquíssimas dívidas e sabem gerir muito bem o seu dinheiro. Têm pessoas que conseguem otimizar muito bem seu tempo e dinheiro. Elas não pensam em quanto uma coisa custa, mas sim em quanto aquela coisa pode render. Pensam em retorno. Se uma pessoa quer ganhar R$ 100 por hora, ela tem que se desenvolver e trabalhar em áreas que lhe permitam fazer isso. Se um indivíduo está perdendo tempo assistindo a filmes na televisão ou jogando no computador, ele não está rentabilizando seu tempo. Uma outra coisa que eu percebo é que as pessoas muito ricas adoram aquilo que fazem, têm muita paixão.

Quais milionários o senhor admira?
Admiro muito e acompanho o trabalho de Robert Kiyosaki [guru das finanças, autor do bestseller Pai Rico, Pai Pobre], que tive o prazer de encontrar algumas vezes. Gosto muito do Richard Branson [dono da Virgin], ele é fantástico, inspirou-me muito. Há muitas pessoas com as quais podemos aprender. Precisamos ter mentores. Eu sempre defendo que as pessoas peguem o telefone e tentem conhecer esses mentores. Os indivíduos são muito acessíveis quando vêem que há vontade de trabalhar e seriedade. Muitos milionários têm fama de avarentos. Outros gostam de esbanjar. Quem tem muito dinheiro deve mesmo gastar?
Eles devem gastar, sim. Quando as pessoas poupam mais, o comércio e as empresas demitem mais. Uma pessoa que tem condições de gastar deve fazê-lo para ajudar a sociedade como um todo. Deve promover a economia. O dinheiro é um meio para outros fins.

O senhor acha que as pessoas de maneira geral estão bem educadas financeiramente?
Apesar de alguns planos nacionais de educação financeira estarem sendo colocados em prática, acho que não. Seja no Brasil ou em Portugal, os níveis de pobreza ainda são muito elevados. A classe média no Brasil tem aumentado muito, mas os brasileiros têm pouco dinheiro poupado. Quando se pergunta a uma pessoa quanto tempo ela poderia arcar com seus gastos mensais sem trabalhar, aqui em Portugal algumas dizem um mês, dois meses. É pouco. A maioria precisaria ter mais segurança financeira. O ideal num país como o Brasil, onde a economia está crescendo, seria entre ter entre três e seis meses de despesas mensais poupadas.

Qual o percentual ideal dos rendimentos que deve ser poupado por mês?
Se você trabalha oito horas por dia, você deveria poupar uma hora de seu dia, que dá por volta de uma poupança de 12,5% por mês. Uma poupança mínima é de uns 10%, 12%. O que sei é que as pessoas mais bem sucedidas financeiramente poupam muito mais do que isso, algo em torno de 20% a 25% de seus rendimentos. Para um jovem que já trabalha e vive na casa dos pais, não há razão para não poupar 50% dos seus rendimentos. Uma pessoa que trabalha e tem despesas com a casa, alimentação e transportes deve fazer uma poupança de 10% idealmente.

Você recomenda o investimento em bolsa para qualquer pessoa?
Qualquer pessoa deve investir sempre em função do tempo e dos recursos que têm. Quem não tem tempo para estudar e não entende de bolsa, não deve investir nela, porque irá perder seu dinheiro. Há um tempo atrás eu conseguia fica uma hora por dia investindo. Agora, só consigo estudar meus investimentos no final de semana. Ora, a pessoa tem que adaptar seus investimentos a seu tipo de vida. A bolsa é dos títulos que mais dá dinheiro no longo prazo. Se você analisar o rendimento da bolsa americana no longo prazo, por exemplo, ele dá um retorno de 12% ao ano. São taxas interessantes, mas não é para qualquer pessoa. Se um investidor tem medo de perder 50% de seu capital, não entende nada de análise técnica e fundamental e investe somente com base em dicas, ele não deve investir em bolsa. Deve ficar em renda fixa. Porém, se tiver disposição para aprender e se dedicar à bolsa, vale a pena, porque ganha-se muito dinheiro com ela.

Como dividir seus investimentos entre renda fixa e variável?
Depende do perfil da pessoa. Um perfil mais conservador deve ter uma grande porcentagem de sua carteira em renda fixa, em títulos da dívida e em obrigações de empresas, e deve evitar a bolsa, derivativos e matérias-primas. Quem tem perfil conservador pode investir de 20% a 30% em bolsa, mas deve comprar papéis mais seguros, de grandes empresas. Uma pessoa com perfil mais arriscado deve partir para matérias-primas, o ouro está batendo recordes todos os dias. Ela deve procurar matérias-primas e ações de pequenas empresas. Eu, por exemplo, tenho um perfil bastante diversificado. Gosto de ter renda fixa. Neste momento, não estou fazendo muitos investimentos na Europa. Tenho algumas empresas americanas e algumas brasileiras no meu portfólio e aloco hoje só 20% de meu dinheiro em ações, porque acho que está havendo uma correção dos mercados. Também gosto muito de fundos de investimento. Invisto bastante em matérias-primas através deles. Tem dado certo. Nos últimos anos, tenho duplicado os meus rendimentos. Esse é o meu perfil, cada pessoa deve encontrar o seu.

Quais são os principais erros que levam as pessoas a enrascadas financeiras?
Primeiro, é não ter essa conta poupança para emergências. O segundo é uma má gestão do crédito e das dívidas. Ninguém gosta de se endividar, mas, às vezes, por falta de planejamento ou por um imprevisto, acaba acontecendo. As situações mais comuns que levam a isso são o divórcio, doenças e desemprego. Uma gestão saudável do crédito é muito importante. Terceira coisa, tal como uma empresa monitora seu orçamento, nós também precisamos fazer o mesmo, controlando tanto as nossas despesas como os nossos rendimentos. Isso é uma coisa muito simples de fazer, que não leva muito tempo e ajuda imensamente a dar mais qualidade de vida. Se uma pessoa estiver focada em seu dinheiro e em como multiplicá-lo, irá fazê-lo sem esforço e com mais qualidade de vida, que é o que interessa.

Você percebe alguma mudança no comportamento dos portugueses com a crise econômica?
As pessoas estão mais assustadas. Elas ficam mais sensíveis aos temas de finanças. E isso é importante. Mas estresse e o medo nunca são um bom sinal. As pessoas ficam menos criativas, fazem mais disparates e não ajudam ninguém. É preciso estar tranqüilo e continuar vivendo a vida normalmente.

Você nota alguma diferença no comportamento financeiro de brasileiros e portugueses?
Os brasileiros que viviam em Portugal costumavam gastar muito rápido seu dinheiro, talvez pelas lembranças que tinham do período de forte inflação. Eles traziam as práticas dessa época. De maneira geral, os brasileiros são mais descontraídos e procuram informa-se mais das situações financeiras. Porém, há muitas semelhanças. Portugueses e brasileiros preferem produtos de renda fixa e têm perfil pouco propenso ao risco, ao contrário dos EUA, onde a maioria das pessoas coloca suas economias na bolsa.

A última pergunta e, talvez, a mais importante. O senhor acha que dinheiro traz felicidade?
Ajuda. É muito simples de ver. Os países que têm um PIB maior, muitas vezes têm índices mais altos de felicidade. Uma pessoa que ganhe R$ 2 mil por mês é tipicamente mais infeliz do que uma que ganhe R$ 10 mil. Agora, uma que ganhe R$ 20 mil não é necessariamente mais feliz do que uma que ganhe R$ 10 mil. Há muitos estudos sobre isso. Quando o dinheiro tira as pessoas da pobreza ou lhe traz mais qualidade de vida, ele traz, sim, felicidade. Quando a pessoa já tem dinheiro para viver tranquilamente, não é o dinheiro que traz felicidade. Pode, na verdade, atrapalhar, não é mesmo?

Fonte: Época Negócios


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Sep 12, 2011
@ 11:29 am
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Have a Nice Business

Degustação de cervejas do mundo todo na sua casa
 
O clube de cervejas Have a Nice Beer é uma empresa focada no desenvolvimento da cultura cervejeira no Brasil, entregando mensalmente na casa dos seus associados as melhores cervejas do mundo. Com sede em Porto Alegre e filial em São Paulo e atendendo todo o Brasil, a empresa consegue formar parcerias estratégicas que garantem a alta qualidade daquilo que oferece a um preço competitivo. Assim é possível selecionar as melhores cervejas do mundo, prover um conteúdo completo de informações na revista exclusiva do Clube e garantir uma logística de excelência na entrega dos produtos.

Em menos de um ano de funcionamento o clube já conta com mais de 2.000 sócios e entrega em quase todos estados do país.


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Jun 14, 2011
@ 4:21 pm
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TED2010 - Jessica Jackley: pobreza, dinheiro e muito amor.

Fantástico. É inspirador do início ao fim. Vale a pena conhecer o kiva.org e fazer um post it mental dizendo: love+money > money


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Jun 14, 2011
@ 3:29 pm
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Na América Latina se nasce, se cresce e se morre ouvindo as pessoas dizerem que americanos são os responsáveis por todo mal que há na terra. Que toda nossa pobreza, desorganização, ditaduras e bagunça e tudo culpa do tal imperialismo americano. Nós somos os coitadinhos explorados enquanto eles são os ricos exploradores.

Claro que isso é uma baita balela e o único culpado do nosso atraso somos nós mesmos. Longe disso, o comprometimento social dos americanos sempre me emocionou muito. A capacidade deles de se envolverem na busca de soluções para suas comunidades, escolas, universidades é uma lição para qualquer povo.

Não tenho os números, mas gostaria de saber quantos brasileiros fazem trabalho voluntário. Acredito que não chegue nem perto aos 70% dos americanos ativos que praticam algum tipo de trabalho social.


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Jun 13, 2011
@ 9:35 pm
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Apr 1, 2011
@ 4:45 pm
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Um dos melhores mercados para se começar um negócio hoje

As quatro maiores companhias de chá do mundo controlam 88% do mercado mundial. Mas os restantes 12% representam um mercado de quase 300 milhões de dólares para pequenos produtores independentes. Chá, a quinta bebida mais popular nos EUA depois de refrigerantes, água, cerveja, leite e café, está crescendo devido ao aumento da consciência da saúde dos consumidores, especialmente entre a população jovem.

A indústria cresceu cerca de 15% nos últimos cinco anos. Outras bebidas saudáveis, com perspectivas de crescimento promissoras incluem sucos ricos em antioxidantes e vitamina águas avançada.


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Mar 30, 2011
@ 2:21 pm
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UM BURRO. UM GÊNIO.

http://www.perestroika.com.br/2011/03/30/um-burro-um-genio/

* Por Leo Prestes

Você nasceu no bairro mais pobre de uma cidade industrial do seu país. Você não completou o primeiro grau porque, disléxico, não lia nem escrevia. Você tentou todo tipo de serviço na indústria, mas não durou semanas nem nos mais básicos.

Você resolve, então, virar músico e ter uma banda. Só que não tem habilidade para tocar instrumento nenhum, não consegue escrever letras e sua voz não é das melhores, se comparada à dos frontmen que andam fazendo sucesso no seu país.

Você parece ser o sujeito mais sem perspectivas do universo, mas, como não para muito para pensar, persiste na ideia de ser rockeiro.

Passam 40 anos. Você virou uma das pessoas mais influentes da história e da indústria do rock.

Essa é, resumidamente, a história de Ozzy Osbourne, o cara que vai ali no Gigantinho tocar daqui a pouco. Resumidamente porque, no meio disso, tem um vasto portfólio de coisas que ele fez para dar errado na vida: bebeu e cheirou até ser expulso do Black Sabbath, tocou fogo na própria casa, bateu em duas esposas, foi pai ausente, maltratou animais, mijou num monumento nacional dos EUA, foi preso dezenas de vezes, se deixou enganar por empresários, sonegou créditos a parceiros de composição.

Como um sujeito desses deu certo mesmo assim? Vou arriscar uma explicação.

No meio de milhões de não-talentos, ele tinha um talento. Só um. E teve a sorte de descobrir qual era.

Quase sem ser um músico, Ozzy é responsável pela melhor fase do Black Sabbath, mesmo que depois dele tenham passado pela banda vocalistas que estudaram música, como Ronnie James Dio e Glenn Hughes. Como é que pode?

É que, muito mais que uma certa personalidade na voz e na figura, ele sabia ouvir os riffs de guitarra de seu parceiro Tony Iommi e construir melodias vocais simples, originais e grudentas em cima deles (abaixo tem uma lista de músicas que ilustram bem esse talento).

Com essa única e instintiva capacidade, Ozzy lançou pelo menos seis discos inquestionáveis no Sabbath, mais uns dois ou três na carreira solo.

É ou não é um cara fora de série? Mais ainda se a gente pensar em quantas pessoas ao nosso redor estão de fato usando 100% do seu talento no que fazem. Vivemos cercados de publicitários que querem ser artistas, jornalistas que querem ser escritores, arquitetos que querem ser pintores, empresários que querem ser chefs, chefs que querem pilotar avião.

E, mesmo entre os que estão no emprego ou no lugar certo, pouquíssimos conseguem descobrir o que têm de melhor. Pouquíssimos colocam seu talento à prova, talvez por medo de descobrirem que não eram tão talentosos assim.

Sem sua burrice, talvez Ozzy não tivesse descoberto sua genialidade. Sem sua genialidade, Ozzy teria sido morto por sua própria burrice.

Não sei vocês, mas eu acho estimulante saber que até o cara mais burro pode ser um gênio. E mais estimulante ainda ver esse burro/gênio em ação na minha cidade.


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Mar 28, 2011
@ 3:29 pm
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O maior VENDEDOR de todos os tempos

Larry Ellison

O rei de venda agressivas tecnologia corporativa, Ellison parece ser uma daquelas pessoas que prefere ser temido do que amado. O banco de dados da Oracle, empresa que ele fundou há anos vem sendo criticada por oferecer descontos acima da média do mercado para conquistar novos negócios, seguidos taxas inesperadas.

Ellison é responsabilizado por criar uma cultura de conquista de novos negócios a qualquer custo. Ele é famoso por chamar os gerentes de vendas tarde da noite e nos finais de semana para fazer perguntas sobre os negócios parados ou contas perdidas.

Correto ou não, ele está no caminho certo, pois Larry tem hoje a quinta maior fortuna do Mundo, cerca de 45 bilhões de dólares e sua empresa está em terceiro na lista das maiores empresas de software do mundo, atrás apenas da Microsoft e IBM e emprega 105 mil funcionários em 170 países com um faturamento anual acima de US$ 26 bilhões.
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Mar 15, 2011
@ 9:48 am
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Renault processa consumidora insatisfeita que resolveu blogar sobre defeito do carro

Aquela velha história: consumidora fica insatisfeita, tenta resolver, não consegue e acaba começando a fazer barulho contra a marca/produtor na internet e nas redes sociais.

Hoje, o desfecho esperado: marca se aproxima da consumidora e prioriza a resolução do seu problema, tentando compensar de todas as formas possíveis todas as dores de cabeça que lhe foram causadas.

Entretando, a Renault resolveu voltar ali pra 2008 ou mais, quando as marcas ainda estavam meio perdidas no ambiente digital de mão-dupla; quando Parmalat preferiu processar o blog Parmalat Mas Não Morde por usar seu logo; quando a Skol quis tirar do ar o blog do Ronald Rios por ter implicado com sua campanha Redondo é Rir da Vida; e quando a Fiat processou o editor do Fui Iludido, Agora é Tarde antes mesmo de entregar o carro que ele tinha comprado e não tinha recebido; enfim, resolveu voltar no tempo e processar a autora do blog Meu Carro Falha, no qual conta sobre seu Renault Mégane comprado em 2007 e estacionado desde então por falhas no motor, nunca resolvidas mesmo com idas e vindas à assistência técnica da montadora.

“[…] De acordo com o juiz Renato Maurício Basso, Daniely cometeu abuso do seu direito de liberdade de expressão, podendo causar danos à imagem da empresa. O juiz também determinou que ela retire do ar o site e outras mídias sociais, como o vídeo no YouTube e conta no Twitter, no prazo de 48 horas. A multa para o descumprimento da decisão é de 100 reais ao dia.”


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Mar 14, 2011
@ 9:12 am
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StartUp Chile


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Mar 14, 2011
@ 9:11 am
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Comece sua empresa no Chile

O governo chileno está convidando pensadores do mundo inteiro para começarem seus negócios no Chile. A intenção deles é bem legal: querem transformar o país no principal eixo de inovação da América Latina. No primeiro ano do projeto, 2010, eles convidaram 25 equipes e investiram 40.000 dólares em cada. Em 2011, a ideia é trazer 300 equipes. Se você tem alguma ideia de startup e está correndo atrás de investimentos, essa é uma boa chance. (pelo nível do site e do vídeo, dá pra ver que tem um trabalho bacana de nation branding sendo feito – o que parece não acontecer aqui.) http://www.startupchile.org/

Up date or Date.


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Mar 8, 2011
@ 9:15 pm
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Um negócio adolescente_

Juliette Brindak começou a desenhar para entreter sua irmã. Agora, a estudante da Universidade de Washington é CEO de um site dedicado ao entretenimento e educação de meninas de 8 a 14 anos de idade.


Toda noite, Juliette Brindak escreve uma lista de afazeres de proporções gigantescas. Escreve hora a hora ou até minuto a minuto, o que ela precisa fazer no dia seguinte e onde precisa estar. Isso inclui aulas parada especialização em antropologia na Universidade de Washington em St. Louis, trabalhos de casa e atividades sociais. Também inclui reuniões com investidores, ligações para os empregados e fóruns de discussão moderador sobre quais 12 anos de idade meninas debatem os méritos estéticos dos três irmãos Jonas.

Isso porque ela é a CEO de um site para meninas pré-adolescentes que tem sido avaliado em US$ 15 milhões e é o terceiro classificado “só meninas” website no mundo, baseado em dados Alexa. É o MissOandFriends. Se você nunca ouviu falar dela, você provavelmente não é uma garota americana com idades entre 8 e 14. Você provavelmente não é um fã de questionários on-line sobre Miley Cyrus ou mensagem centrada em torno de como falar com os meninos.

Antes de o site MissOandFriends existiu, não foi a Miss S, um personagem desenhada por Juliette para divertir sua irmã, Olivia. Para o oitavo aniversário e Olivia, Juliette ilustrou imagens de todos os amigos da irmã. “Eles ficaram loucas para eles”, diz Brindak das meninas. Juliette e mãe de Olívia, uma designer, digitalizou as ilustrações, e seu pai, que tinha um fundo no negócio, começou a ajudar as meninas pensar em fazer um negócio fora do conteúdo por parte das meninas, para meninas. O site foi lançado em abril de 2005, e agora tem um investimento significativo da Proctor & Gamble.